Por que estimar “bem” o preço pode comprometer o sucesso da compra pública?”

Durante anos, a burocracia e a academia vêm tratando o deságio entre o preço estimado e o homologado como se o número fosse uma prova quase automática de eficiência. Essa leitura é incompleta.

Estimativas ruins não deveriam ser chamadas de ‘economia’. Mas estimativas ruins podem provocar outro efeito curioso.

Em certos mercados, a estimativa muito “magra” pode reduzir a folga do teto e aumentar o risco de fracasso da licitação.

O resultado é o paradoxo: melhor a estimativa, pior o risco de insucesso.

Essa é a versão light do estudo integral que pode ser lido em: Preço Estimado em Compras Públicas:
por que quem estima melhor compra menos?

O conteúdo deste artigo reflete a posição do autor e não, necessariamente, a do Grupo JML.

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